generalidades

avulsos

Eu precisava de um telefone novo, e finalmente consegui comprar o aparelho que eu queria. Mas quanto menos o telefone toca, mais feliz eu fico. Tenho agonia da campainha do telefone (celular ou fixo) tocando e detesto quando vejo um número desconhecido no identificador de chamadas. Por que será? Aí, volta e meia eu saio sem celular ou o esqueço no silencioso.

Detesto cor-de-rosa. As coisas que tenho nessa cor foram compradas a contragosto. Tênis ou roupa esportiva, por exemplo: por que que os de mulher têm que ser rosa, lilás, azul pastel ou coisa do tipo? Quando acho um vermelho, verde, laranja, cinza… não tem no meu tamanho. Já basta esse sexismo com as coisas de crianças, precisam fazer com as de adulto também?

Aqui em casa, não gostamos dessas datas comerciais, dessa obrigação de dar presentes porque um publicitário inventou moda para movimentar o comércio no mês de junho. A gente prefere dar presente quando encontra algo realmente legal, de que o outro vá gostar. É muito bom, porque nós dois somos muito parecidos (também) nesse quesito. E não é por isso que não somos um casal romântico. :)

Estou revisando mais um projeto bacana da editora Toriba. Trata-se de outro collector’s book, como o primeiro que revisei, o Nação Corinthians.

Agora vou ali, que tem outra revisão, algumas pautas de uma revista, para entregar hoje.

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4 comentários em “avulsos

  1. Pelo jeito, essa fobia por telefone tocando é geral. Tenho telefone fixo em casa mas confesso q tanto eu, qnto meu irmão q mora comigo, temos a maior dificuldade em atender. Na verdade, temos quase pavor. E o mesmo vale pro celular. Mas tem algo q gosto no telefone móvel: mensagens. Me sinto BEM mais à vontade enviando e recebendo. Tvz, pq elas contenham as minhas tão amadas mensagens escritas.
    Sobre o rosa, durante MUITO tempo da minha vida fugi dele. Até comprar um tênis rosa fluorescente e me apaixonar por ele. A partir daí, minha visão do rosa deu uma guinada. Não q eu use todo dia ou mesmo tenha MUITAS coisas com, mas já não me incomoda! Inclusive, lá está ele reinando absoluto na capa do meu livro… rs…

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  2. Bom dia, Rafa, querida!
    É verdade, não é que eu não goste de falar (quem me conhece sabe bem, hahaha), mas quando o telefone toca me dá uma preguiça… Uma sensação de que vai ser engano, vai ser telemarketing ou qualquer outro desperdício de tempo assim. Ah, pois é. O problema é que, se não for para telefonar, eu até que fico bastante no celular (mexendo nele). Mas o uso mais pelas ferramentas de internet e leitura (por isso eu queria tanto um modelo específico, que consegui comprar agora).
    Eu li esse texto da Eliane Brum. Acho que ela disse que tem celular apenas para o caso de querer/precisar fazer uma ligação, mas não para ficar recebendo (e por isso não o deixa constantemente ligado). Eu acho ótimo. Não raras as vezes eu também deixo o meu desligado (caso meu marido e as crianças estejam comigo, é claro). À noite, eu sempre o desligo – no mínimo, coloco no silencioso, pois a vivo fica me infernizando com spams malditos.
    Sim, o que a gente não faz é trocar presentes. Mas também tivemos nossa comemoração ontem, mais um bom dia juntos, como bem disseste (eu li sobre a música na rádio, achei fofo) – afinal, pretexto para namorar, ficar juntinho nunca é demais. Mas a gente comemora mais a data de hoje (13 de junho): faz três anos que passamos a morar juntos, ou seja, foi o nosso primeiro casamento. :)
    Beijão.

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  3. Bom dia! :)
    Eu sou como você, detesto quando meu telefone toca. Não que eu não goste de falar com as pessoas, mas nem sempre estou a fim de interromper o que estou fazendo.
    Hoje o Zuenir Ventura escreve na coluna do Globo que tem um amigo que sempre está ao telefone. Ele disse que na próxima vez que precisar conversar com este amigo não vai marcar um encontro presencial, mas telefonar. Por telefone é mais fácil conseguir atenção. Dureza isso, não?, mas é bem assim hoje em dia. A atenção vai para todos os lados, menos para quem está a sua frente.
    Você já leu uma coluna da Eliane Brum sobre a relação dela com o celular? Ela escreve que as pessoas ficam indignadas porque ela não está à disposição a qualquer hora que os outros queiram, que ela escolhe quando vai atender/responder.
    Eu também não gosto de datas comerciais, mas ontem me deixei envolver pelo clima da data tão falsa. Não trocamos presentes, mas tivemos (mais) um dia bom juntos.
    Bjs

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