generalidades

correspondência

Desde a adolescência eu escrevo cartas. Escrevia para amigos que estudavam comigo, trocando cartas pessoalmente, com páginas e páginas dentro dos envelopes, geralmente feitos a mão utilizando folhas de revista cuja ilustração me agradava. Durante o período da graduação eu mantive o hábito, escrevendo para muitas e muitas pessoas – deixei de receber resposta da maioria, então parei de lhes escrever. Aí, em 2003, criei o blog e fiz um post comentando que gostava de escrever cartas. Várias pessoas me disseram que também gostavam de se corresponder e queriam me escrever. Nesse período, enviei e recebi muitas cartas. Até durou bastante com muitos dos correspondentes. Mas a coisa foi esfriando também – e aqui faço um mea culpa, pois sei que deixei de responder algumas cartas e a troca de correspondência com muitas pessoas se interrompeu.

Hoje, me correspondo com duas pessoas. Uma amiga da época da graduação, que também trocava cartas desde antes de me conhecer e hoje mora em outro país. A outra é uma amiga dos blogs, com quem iniciei troca de cartas depois daquele post de que falei acima. Mas o meu ritmo tem sido bem lento. Eu tenho demorado muito, mas muito mesmo para responder as cartas, às vezes até um ano (shame on me). Mas estou aqui, firme e forte, sem desistir dessa troca de que tanto gosto.

Há duas semanas respondi a carta de uma dessas amigas. E só hoje vou colocar minha resposta no correio (culpo meu gosto por fazer envelopes personalizados; pegar o material para fazer o envelope desta vez demorou demais, eu tive que botar um lembrete no celular para não levar outro ano até postar a carta).

E lá vai minha carta, hoje, para a capital capixaba. A próxima vai para os Estados Unidos.

20130924-092526.jpg

Update: O funcionário dos Correios elogiou o envelope e em seguida colou o selo na cabeça da criança, pra estragar tudo. Tinha tanto espaço pra ele colar um selo… Grrrr.

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2 comentários em “correspondência

  1. Daisoca,

    que saudade eu estava de te ler. Bom te encontrar novamente. Seus envelopes eram sempre tão lindos!! Lembro de recebê-los e ficar toda feliz. Acho que não sei mais escrever a mão. Até cartões de aniversário custam a sair, acredita? Que bom que você ainda mantém esse costume, mesmo que seja em um ritmo mais lento.

    Um beijo, querida,
    Toyé.

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    1. Toyé, querida
      Acredito, sim. As cartas não são mais tantas nem tão frequentes como eram antes. Mas eu não quero perder o costume de vez.
      Eu sinto muita falta de escrever mais a mão. É uma atividade de que gosto muito.
      Beijos, saudade de ti.

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