generalidades

acrilic on canvas

Neste fim de semana fomos à praia, só que não pegamos onda. Os boletins de ondas diziam que a condição do mar não estava boa (mas na realidade estava ainda pior), então nem nos animamos a pegar pranchas, pés de pato, roupas de neoprene pra chegar à praia e não ter o que fazer.

Então, fomos à(s) praia(s) fazer outras coisas: caminhar e olhar o mar, coisa que não fazemos desde o início do verão, antes desse novo hobby chamado bodyboard.

No sábado, fomos à Praia Mole. Vento forte, mar mexido, uns três ou quatro surfistas corajosos na água. Vimos um bodyboarder chegando à praia ao mesmo tempo que nós. Arriscou-se a entrar na água e não ficou cinco minutos. Andou pela praia mais um pouco, parava, olhava o mar, acho que na esperança de se convencer a entrar de novo e quem sabe ter mais sorte. Mas não teve. Ficou se alongando na areia até irmos embora. Que trabalho! Ir até a praia, pagar estacionamento, vestir o longjohn, carregar prancha e pé de pato e não dar em nada. Deve ainda ter pegado fila na hora de voltar pra casa, tadinho.

Também teve casamento numa área quase à beira-mar. Enquanto madrinhas fotografavam e depois a noiva fazia sua entrada, um skatista se divertia numa pista curta que tem por lá.

Na volta pra casa, fila de carros e uma satisfação interna de poder fazer o trajeto a pé, curtindo isso.

No sábado, saímos para almoçar e fomos direto à Joaquina. Desta vez, NENHUM surfista na água. Havia uns poucos banhistas, não sei se a água estava gelada ou não – eu estava de tênis, não tinha como colocar os pés na água.

Quando íamos embora, vimos um cara no estacionamento vestindo um longjohn e resolvemos esperar para vê-lo entrar na água – como teria coragem, com o mar ruim daquele jeito? Nos sentamos e o vimos colocar os pés na areia, olhar para o mar desolado, conversar com seu amigo, rodar a prancha na mão umas três vezes, sem tirá-la da capa, e ir embora. O carro dele estava estacionado tão pertinho da água, que não entendi por que ele não foi primeiro ver a condição das ondas antes de colocar o longjohn – que deu trabalho, o amigo que estava com ele precisou ajudá-lo a se vestir. Fiquei com pena dele também.

Na ida para a Joaca, vimos alguém praticando slackline no morro entre as praias da Joaquina e do Gravatá. Eu só tinha o celular para fazer fotos, e o zoom do celular é péssimo, apesar da ótima qualidade da câmera para fotos de perto. Uma pena.

Na volta, tomamos café em casa com bolinho de milho que fiz ontem. Agora, tenho que terminar de montar a minha apresentação para a defesa da minha dissertação, que será nesta semana. Vou confessar: estou com muita preguiça de fazer isso. >.<

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