generalidades

trilha em floripa + mergulho em bombinas

Num dos fins de semana de abril fiz duas atividades que eu desejava fazer há muito tempo: a trilha da Lagoinha do Leste, aqui em Florianópolis, no sábado, e o mergulho na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, saindo de Bombinhas (mas também tem saídas do norte da ilha, aqui em Floripa), no domingo.

A trilha da Lagoinha do Leste já estava virando lenda. Há anos que eu reclamo por nunca ter feito esse trekking. É um dos mais conhecidos de Floripa, e eu, que faço trilhas há mais de cinco anos, nunca consegui fazer essa. Eu até brincava: “Vou morrer sem ter conhecido a Lagoinha do Leste”. Bom, essa já não é mais uma preocupação – o que não quer dizer que eu esteja pronta pra morrer, pois ainda tenho muuuuita coisa legal pra conhecer.

Fomos com um grupo de amigos que organiza essas atividades, o Trilhas Floripa. Saímos da praia da Armação, passamos pela praia do Matadeiro, chegamos à praia da Lagoinha do Leste, subimos ao Morro da Coroa e voltamos pelo caminho que dá no Pântano do Sul (demos um pulinho na praia para tentar tirar o barro das botas). Da metade da trilha em diante nos separamos do grupo, que fez uma caminhada por dentro da lagoinha, enquanto fomos direto ao Morro da Coroa antes do crowd.

O dia estava lindo, a água em todas as praias por onde passamos estava maravilhosa, límpida.

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Domingo era dia de conhecer a Ilha do Arvoredo e fazer mergulho (o tal do batismo) com cilindro pela primeira vez – eu já fiz com snorkel na Ilha do Campeche há uns anos. Esse passeio também foi organizado pela Aline (que organizou a caiacada que mencionei neste post). A Aline conseguiu um bom desconto para um grupo e lá fomos nós.

Saímos de Floripa pouco depois das 7h, pegamos umas amigas no caminho e chegamos a Bombinhas às 9h. Encontramos nossos colegas, fizemos o pagamento, pegamos roupa de mergulho e equipamentos e fomos pro mar. A navegação até a Ilha do Arvoredo é demorada; acho que leva uma hora e meia, mas não conferi no relógio. Muita gente, muita gente mesmo passou mal durante a ida e a volta, sentindo enjoo e até vomitando. Eu fiquei enjoada também, então procurei um lugar para me sentar, fechei os olhos e tentei dormir um pouco – o que foi uma pena, porque eu queria curtir a paisagem durante o passeio de barco. Na volta eu não me senti tão mal, mas é que eu acabei cedendo e tomando um “dramin rosa”, que já tinham me oferecido na ida e eu recusei.

Chegando à Ilha do Arvoredo, recebemos as instruções de como usar o equipamento de mergulho e nos comunicarmos com o guia que nos conduziria durante a atividade. Cada instrutor vai com duas pessoas, e enquanto esperávamos a nossa vez de mergulhar com o cilindro, ficamos mergulhando de snorkel ali perto do barco.

Clica nas fotos para abrir a galeria.

O mergulho com cilindro dura 20 minutos. O resto da tarde passamos mergulhando de snorkel, vendo peixinhos e ouriços-do-mar (não conseguimos ver nenhuma tartaruga) e ficando murchos. Eu achei que a pele da ponta dos dedos fosse começar a se desmanchar, ahahaha. É que isso é muito legal! Eu sou realmente o tipo de pessoa que gosta de natureza e atividades ao ar livre. A gente já quer fazer mergulho de novo (o Jr tem snorkel em casa, mas nesses anos todos não os usamos nenhuma vez).

Sobre o mergulho com cilindro: é maravilhoso. A autonomia de se poder descer e ver o que a gente quer mais de perto (o que não dá pra fazer com o snorkel) é demais. A empresa que nos levou é a Submarine. Como eu disse, conseguimos um bom desconto para esse passeio, mas eles oferecem um serviço de foto que custa R$ 50,00 por pessoa, e esse não tinha desconto. Gente, é caro. Como estávamos em dois, seriam R$ 100,00 por um CD com algumas fotos, então acabamos pagando só pra mim, por sugestão do Jr. A questão é que o mergulho é feito em dupla, e o fato de só eu ter comprado o serviço prejudicou completamente o resultado das minhas fotos. Se eu soubesse, não teria pagado, pois não valeu a pena. Todas as fotos ficaram fechadas em mim, pois como o Jr não pagou pelo serviço, eles não queriam “permitir” que ele aparecesse nas fotos. Algumas duplas de amigos nossos acabaram contratando o serviço para ambos, e tiveram fotos muito melhores. O fotógrafo se afastava deles e fazia fotos com contextos bonitos, mostrando bastante a flora e a fauna marinha. No meu caso não teve nada disso, e eu fiquei bastante desapontada. Se eu soubesse que seria assim, não teria contratado o serviço, porque não valeu a pena. Então o meu conselho é este: se queres fotos legais do teu mergulho, só vale a pena contratar o serviço se o teu colega de mergulho contratá-lo também; senão, não vale os R$ 50,00 (preço: abril/2016).

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