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[roteiro] Uma semana em Nova York – #1

Em julho/agosto de 2015 eu fui a Nova York. Demorei a escrever este post, pois tinha que descrever as tantas coisas que fizemos e selecionar as fotos – e foram muitas coisas que fizemos, foram muitas fotos que registramos.

Vista noturna a partir do topo do Rockfeller Center.
Vista noturna do sul de Manhattan a partir do topo do Rockfeller Center.

Eu amei essa viagem. Eu fui muito feliz nessa viagem. Eu fiquei deprimida quando saí para caminhar no último dia, por saber que era o último. Eu não queria voltar. Pelo menos não ainda. Tinha tanta coisa ainda pra conhecer, apesar de tudo que eu já tinha visto e conhecido – tanta coisa!

As fotos são clicáveis e abrem em tamanho maior. A maioria das fotos do post são minhas (as que não são minhas são do meu marido).

Primeiro dia, felizona.

Hospedagem: alugamos um quarto em Chinatown, pelo Airbnb (link). O nosso critério foi: ficar em Manhattan (que é caro pra cac***), pra poder fazer o máximo possível a pé. Hotéis eram caros e apartamentos inteiros no Airbnb também. Por isso pegamos um quarto apenas (ou seja, o cara que alugou pra gente mora no apartamento e estava lá grande parte do tempo, não ficamos absolutamente sozinhos). Foi nossa primeira experiência com o Airbnb. O Jr ficou mais incomodado do que eu com a situação, prometendo não fazer isso de novo, ehehe (eu fiz, mas em viagens que fiz sozinha depois). É que o quarto era privativo, mas o banheiro não. O banheiro ficava ao lado do nosso quarto (o quarto do anfitrião ficava numa parte do apartamento à qual não tínhamos acesso), e parece que havia convidados no apartamento o tempo todo; e eles usavam o banheiro que ficava do lado do nosso quarto. O problema nem era a proximidade do banheiro, o problema é que o quarto não tinha uma porta norma, de madeira, que pudesse ser fechada. Era uma porta deslizante de plástico, o que não dava muita privacidade ao casal aqui. Mas não foi algo que tenha estragado a experiência – pra mim, pelo menos. Mas o que decidimos fazer na nossa próxima ida juntos a Nova York: alugar um apartamento (ou hotel, dependendo do que oferecer o melhor custo) no Brooklyn, que foi um barro que amamos. Aí a gente compra aquele bilhete de viagens livres pro metrô e vai aonde quiser. Onde ficamos em Chinatown era legal, mas por ser bem ao sul, acabávamos caminhando muito e passando pelos mesmos lugares sempre (em geral; trocávamos as ruas, mas passávamos pelas mesmas regiões para ir e voltar todos os dias). E para ir muito longe, ou chegar rápido, ou voltar muito tarde, cansados de tanto caminhar, acabávamos tendo que pegar o metrô do mesmo jeito. De novo: não digo que não tenha valido a pena fazer da forma que fizemos; só vamos querer fazer diferente e viver outra experiência na próxima vez.

Mas vamos ao que interessa, que é mostrar e dar dicas dos passeios que fizemos:

Central Park. É muito amor. É muito grande. É muita coisa. Andamos, fomos várias vezes, em dias diferentes, pegamos sol de torrar a cuca, pegamos chuva de ter que procurar abrigo sob árvores, entramos pelo sul, entramos pelo norte… E falta tanto pra conhecer! É pra ir várias e várias vezes na viagem, e a dica é tentar sempre entrar e sair por um lugar diferente. O Central Park é cheio de atrações dentro dele, como zoológico, museu (o MET), lagoa com aluguel de barco, campo de baseball. Eu não fiz isto, mas deve ser muito legal alugar uma bicicleta para explorar mais áreas do parque. Também é um lugar incrível para correr, com as pistas bem marcadas em seus espaços para carro, bicicleta e pedestres. Aqui o link pro site oficial do parque, mas já aviso: é um site bem feinho e ruim de navegar.

Central Park.
Central Park.
Central Park
Central Park.

Strawberry Fields, o memorial que homenageia John Lennon, dentro do Central Park e perto do Dakota Building, o prédio em que John morava e onde ele foi assassinado, em 1980. Não deu pra fazer fotos do prédio; na verdade, mal deu pra vê-lo, pois a fachada estava coberta, em reforma. :(

Strawberry Fields - Central Park
Strawberry Fields – Central Park.

The Metropolitan Museum of Art (MET), disputando a posição de melhor museu com o Museu Americano de História Natural. O acervo desse museu é incrível! No quesito quadros e obras de arte, com certeza é o melhor de Nova York. Digo isso com convicção, mesmo tendo visitado poucos museus; amei o MET e o Museu Americano de História Natural, gostei do The MET Cloisters, mas detestei o passeio no MoMa – conto sobre isso no próximo post. Para conseguir acompanhar as exposições no MET, eu ia andando com o mapa do museu, riscando nele as salas por onde tínhamos passado e definindo o caminho a ser feito para ver as próximas exposições. Claro, óbvio, não deu pra ver nem metade. É o tipo de lugar pra ir de novo, e de novo, e de novo. O ingresso do MET ainda nos deu direito de ir num outro dia ao The Cloisters, um museu medieval no extremo norte de Manhattan (falo do Cloisters no próximo item). O legal de alguns museus, e o MET é um deles, é que o valor do ingresso é sugerido. Isso significa que eles indicam sim um valor (pro MET é 25 dólares), mas as pessoas não são obrigadas a pagar o valor sugerido. Em tese, cada pessoa paga quanto quiser para entrar no museu. Não me lembro exatamente quanto pagamos, mas não foi o preço sugerido, já que, sendo dois, dá 50 dólares, o que é muita grana, ainda mais em tempos de crise (pegamos um alta forte do dólar quando fomos). Mas, vou dizer, o valor é justo pelo que o museu oferece.

Dá até pena se enfiar num museu num dia lindo como esse, mas o acervo do MET compensa.
Dá até pena se enfiar num museu num dia lindo como esse, mas o acervo do MET compensa.
Coleção de arte egípcia no MET.

The MET Cloisters. O edifício principal do MET fica no Central Park (entrada pela Quinta Avenida). Já para chegar ao The MET Cloisters é preciso paciência e tempo sobrando na programação. Mas vale a pena. Fica a aproximadamente 15 quilômetros de Columbus Circus. Dá pra chegar lá de metrô (linha A), mas depois é preciso fazer uma caminhada de uns 10/15 minutos por um parque bem lindo, o Fort Tryon (encontrei este link pro parque e mais este). A saída do metrô até a rua é bem esquisita. Parece que a gente tá no lugar errado, tem que pegar um elevador velho, é tudo fechado, meio escuro, mas é assim mesmo. O elevador já te deixa na rua em frente à entrada do parque, é só atravessar. Dá pra pegar um ônibus até a porta do museu, mas o passeio pelo parque é superagradável e rápido. O museu não é grande, mas bastante interessante. Minha decepção ficou por conta de descobrir que aquele não é um antigo claustro de verdade. Parece que as pedras com que a edificação foi construída são de um claustro verdadeiro, mas tudo aquilo foi construído e pensado para ser um museu mesmo. Isso não desmerece a visita, claro. Dá um certo trabalho se organizar para chegar lá, mas vale a pena e eu faria de novo.

The MET Cloisters.
The MET Cloisters, museu medieval.
The Cloisters (MET), museu medieval.
The MET Cloisters, museu medieval.
The MET Cloisters, museu medieval.
The MET Cloisters, museu medieval.
The MET Cloisters, museu medieval.
The MET Cloisters, museu medieval.
A plaquinha mais linda que você respeita – Fort Tryon.

May you always find daisies and happiness here – Sobre essa plaquinha, tenho que fazer uma observação, pois não posso deixar de mencionar como isso me marcou. Essas placas estão pregadas em bancos no Central Park e no Fort Tryon (é onde me lembro de ter visto). Elas fazem parte do programa Adopt-A-Bench, por meio do qual as pessoas “adotam” um desses bancos, colaborando com a manutenção dos parques, e têm direito a colocar uma dessas plaquinhas e escrever nela o que quiserem. Há homenagem a alguém querido, famílias inteiras, animais de estimação, amigos ou singelos recados como este, que me marcou especialmente, por causa do meu nome nele (tradução da placa: “Que você sempre encontre margaridas/flores (daisies) e felicidade aqui”. Foi muito especial. Assim que cheguei à cidade e comecei a encontrar as primeiras plaquinhas, eu queria parar pra ler todas. Não dava, óbvio. Segundo o site oficial do Adopt-A-Bench, atualmente já são mais de 4.100 bancos adotados (de um total de mais de 9.000 bancos espalhados por Nova York). Então em determinado momento eu me conformei e parei de ler as tais plaquinhas. Mas quando eu voltava do The Cloisters pelo Fort Tryon, eu falei pro Jr: “Ah, eu vou ler pelo menos uma dessas plaquinhas daqui”. E-FOI-JUSTAMENTE-ESTA. Acho que a mais especial que eu poderia ler. Porque não é só a menção às daisies, é toda a linda mensagem, que combina tanto comigo. Foi especial. (PS: Ela tinha uma assinatura, mas eu tirei da foto antes de publicar)

Mais plaquinhas <3
Mais plaquinhas :)
Lendo e fotografando plaquinhas.
O que é que eu estava lendo e fotografando?

Times Square. Fomos já no primeiro dia. A gente chegou cansado da viagem. Estávamos hospedados em Chinatown e fomos caminhando de lá até o Central Park, passando pelo Madison Square Park (onde fica o Flatiron Building) e pela Quinta Avenida. Passeamos um pouco ali pela parte sul mesmo e depois voltamos pela Sétima Avenida, até ela encontrar a Broadway, exatamente no coração da Times Square. Ali entrei na Toys R Us e fiquei me divertindo na loja, como criança. (Um parênteses aqui pra dizer que meus enteados acabaram de voltar de Nova York, procuraram pela loja na Times Square e não a encontraram. Pediram informação e lhes foi dito que a loja de lá não existe mais. Como assim? E a roda-gigante? E o dinossauro?) Da Times Square voltamos pra Chinatown caminhando. Comemos num restaurante chinês e fomos dormir. Claro que não passamos na Times Square só uma vez. Fomos de dia, fomos de noite, voltamos. Uma das diversões dos turistas lá é se procurar nos telões de anunciantes (que de vez em quando mostram as pessoas que estão ali na hora) e torcer para ganhar um close. Ficamos um tempão brincando com isso e esperando; aparecemos algumas vezes no telão, mas o timing para fazer a foto e registrar não foi muito bom.

Times Square de dia.
Times Square de dia.
Times Square à noite.
Times Square à noite.
o/
Apareci no telão, mas deixei o celular na frente da cara, ahaha.
Não tampei a cara nesta, mas fiquei no limite do telão.
Não tampei a cara nesta, mas fiquei no limite do telão.
Madison Square Park.
Madison Square Park.
Flatiron Building, em frente ao Madison Square Park.
Flatiron Building, em frente ao Madison Square Park.
Loja da Apple na Quinta Avenida.
A famosa loja da Apple na Quinta Avenida.
Toys R Us – Pelúcias do Minecraft.
Toys R Us – Pelúcias do Minecraft.
O famoso tiranossauro da Toys R Us. Como é um animatronic, ele se mexia e urrava de verdade (agora que essa loja não existe mais não sei se ele está em outra ou não).
O famoso tiranossauro da Toys R Us. Como é um animatronic, ele se mexia e urrava de verdade (agora que essa loja não existe mais não sei se ele está em outra ou não).
Toys R Us - Lego.
Toys R Us – Lego | “Hulk Sad

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Chinatown
Chinatown.
Jantinha deliciosa em Chinatown.
Jantinha deliciosa em Chinatown.

Staten Island, ferryboat e Estátua da Liberdade. Fomos cedinho pegar o ferryboat gratuito para Staten Island, porque mais tarde a embarcação fica bem cheia. O ferryboat passa em frente à Estátua da Liberdade, que não tínhamos a intenção de visitar; ver àquela distância estava ótimo. Além da estátua, o passeio oferece uma vista lindíssima do skyline sul de Manhattan. Sério, eu recomendo muito que se faça esse passeio. Claro que tem gente que vai preferir fazer o passeio turístico até a Ilha da Liberdade (preço mínimo: 25 dólares) e ver a estátua de pertinho, eu entendo. Mas, vale dizer de novo: o ferryboat é grátis. Tem wifi grátis nos dois terminais (Manhattan e Staten Island) e nas embarcações. Vale a pena ir num dia bem aberto, pra poder apreciar bem a paisagem.

Estátua da Liberdade
Estátua da Liberdade vista do ferryboat para Staten Island (foto com zoom).
Estas são as vistas para a Estátua da Liberdade e para o skyline de Manhattan a partir do ferryboat.
Estas são as vistas para a Estátua da Liberdade e para o skyline de Manhattan a partir do ferryboat.

Brooklyn Bridge, bairro do Brooklyn, Smorgasburg e Manhattan Bridge. Fomos até a ponte do Brooklyn três vezes. Na primeira, a gente caminhou até um pedaço dela, pra conhecer. Na segunda, fomos cedo, para passear no Brooklyn, ir à Smorgasburg (a famosa feirinha gastronômica do Brooklyn), mas voltamos pela outra ponte, a Manhattan Bridge, aquela ao lado, azul, linda. A gente ficava olhando pra ela de longe, achando que ela era ainda mais bonita do que a do Brooklyn, e aí nesse dia resolvemos descobrir como atravessar de volta pra Manhattan por ela. Valeu demais. Ela é bem mais vazia, tranquila, apesar de nela passar o metrô, e oferece a vista inversa, que é a da Ponte do Brooklyn. A ponte nos deixou em Chinatown de novo. Recomendo muito que se cruze a Manhattan Bridge, e recomendo ainda que o façam no mesmo sentido que fizemos, Brooklyn–Manhattan. A terceira vez que fomos à Brooklyn Bridge foi à noite, na véspera de voltarmos ao Brasil.

Ponte do Brooklyn.
Ponte do Brooklyn.
Ponte do Brooklyn - É legal porque a área para pedestres e ciclistas é assim, mais alta do que a dos carros.
Ponte do Brooklyn – É legal porque a área para pedestres e ciclistas é assim, mais alta do que a dos carros.
Manhattan vista do Brooklyn.
Manhattan vista do Brooklyn.
As entradas de casas no Brooklyn são um charme só. O clichê
As entradas de casas no Brooklyn são um charme só. O clichê “parecem de filme”. Este é um bairro muito tranquilo de passear, calmo, diferentemente de Manhattan.
Smorgasburg – Brooklyn.
Smorgasburg – Brooklyn.
Smorgasburg - A feirinha é maior do que parece nessa foto.
Smorgasburg – A feirinha é maior do que parece nesta foto.
Passando pela lindíssima Manhattan Bridge – recomendo!
Passando pela lindíssima Manhattan Bridge – recomendo!
A Manhattan Bridge termina em Chinatown, com esta vista.
A Manhattan Bridge termina em Chinatown, com esta vista.

Também procuramos passar em frente ao “Friends building (não tem esse nome, mas ficou conhecido assim), o edifício que aparecia como fachada do prédio onde moravam os personagens do seriado Friends ♥ (eu sei que o Ross não chegou a morar lá, mas vocês entenderam, né?). O prédio fica na esquina da Bedford Street com a Grove Street. Passamos por ali à noite, o que foi legal, porque o prédio estava igual à forma como ele aparece na abertura do seriado.

Friend's Building.
Friends Building.
A esquina, o endereço do
A esquina, o endereço do “Friends Building”.

Vou terminar este post por aqui, porque já tem bastante informação e muitas fotos. Depois faço outro post com o resto das atrações que vimos e outras dicas. Tem muuuuita coisa pra contar ainda.

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6 comentários em “[roteiro] Uma semana em Nova York – #1

  1. NYC é um lugar que ainda não parei pra pensar se quero ou não visitar. Tenho uma vontade doida de conhecer Boston (e poder cantar mentalmente a música Massachusetts dos Bee Gees quando estiver chegando), em parte porque gostaria de dar um pulinho em Harvard (um dos meus seriados preferidos, Fringe, teve muitas cenas gravadas lá).
    única vez que usei AirBnb foi alugando o apartamento inteiro, mas faria fácil, fácil o que você fez pra poder economizar e fazer tudo a pé…
    O Museu Americano de História Natural é um dos lugares que eu iria, com certeza! (aqui, outra influencia de seriado: Friends, o Ross ama aquele lugar) A parte egípcia dos museus é sempre minha parte favorita <3
    Quase rolou uma lagriminha aqui com a placa, adoro essas coisas! Ainda não publiquei minha viagem pro Uruguai, mas tirei fotos de tantas plaquinhas e cartazes fofos *-*
    Ai, pensando bem, lendo o post decidi que quero conhecer NYC, sim! rs Você falou da Staten Island e a Estátua da Liberdade e me deu um nó na gargantes por causa do mesmo seriado que já falei acima, Fringe. Tem um episódio muito especial que se passa lá e eu sou esse tipo de fangirl besta que curte essas coisas XD
    E gamei as fotos das pontes!
    Aos poucos vou me atualizando das suas viagens tbm :)
    Beijo!

    Curtido por 1 pessoa

    1. Então, conhecer os EUA nunca esteve no topo da minha lista de destinos desejados. Eu sabia que iria um dia, mas não tinha pressa. Acontece que fiquei sabendo de uma ótima promoção de passagens aéreas (pelo Melhores Destinos, conhece? ehehe), e aquela promoção valia até para as férias de julho, o que não é comum. Aí chamei o marido, mostrei e concluímos que valia a pena (ele já conhecia NYC de outras viagens). NYC é uma cidade incrível, tenho certeza de que não vais te arrepender quando decidires conhecê-la.
      Acho o máximo esse sentimento de identificação com seriados/filmes/livros. Entendo perfeitamente a tua emoção. Estive em Cuba antes de ir pra Itália e também quis ir conhecer os bares preferidos do Ernest Hemingway. :)
      Mas eu me emociono mesmo é depois: quando vejo numa reportagem / num filme / numa série ou quando leio numa reportagem / num livro / num post algo sobre um lugar do mundo que eu agora conheço, fico profundamente tocada. Feliz por ter estado lá, por entender a geografia da cidade, as referências, as descrições dos lugares… Sério, já tive vontade de chorar vendo ou lendo algo sobre um lugar para o qual eu já viajei. <3
      Aguardo teus posts sobre o Uruguai. A julgar pelos da tua eurotrip, serão muito bons.
      Beijo.

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