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Diário de gravidez #7 – fim do segundo trimestre

Estou muito lenta para registrar a gravidez aqui. O último post foi quando acabava o quinto mês, agora eu já estou no sétimo! Em mais ou menos dois meses nossa bebê deve estar aqui conosco – que emoção!

2 de novembro, Ponta do Sambaqui.

Eu confesso: a ansiedade está começando a bater, dicunforça! Por vários, vários fatores. Exames de sangue que mostraram a glicose alta, e então, dê-lhe entrar em uma dieta bem séria para manter tudo sob controle – está funcionando lindamente, todos os exames extras mostram está valendo a pena. Aí a preocupação com o ganho de peso, que mencionei no post anterior, foi-se embora. Eu perdi peso assim que comecei a dieta, um mês atrás, e ainda não cheguei ao peso que estava. Nada com que nos preocuparmos, uma vez que agora o ganho de peso está controlado e o saldo de quilos, dentro do esperado para esse período da gestação. Outra questão é que a bebê está pélvica (sentada, não de cabeça pra baixo). Sei que é cedo, que ela ainda se mexe muito aqui dentro, tem espaço, tem tempo pra ela se movimentar bastante ainda e mudar de posição (alguns bebês viram durante o trabalho de parto), mas, né? Eu queria ler “apresentação: cefálica”. Um terceiro fator são as férias dos médicos que acompanham o meu pré-natal. Elas terminam bem perto do prazo previsto pro fim da gestação, quando o bebê está a termo, pronto para nascer sem prematuridade. Tudo correndo bem, pelo menos um deles já estará aqui quando a gestação completar 38 semanas. Mas eu vou ter que terminar o pré-natal com outro médico (conhecido e muito bom, mas não alguém que tenha me acompanhado), e eu me sinto tão à vontade com os meus obstetras que, sinceramente, não queria ter essa incerteza aí pro fim.

(E aquele momento de abrir um parênteses para registrar que é uma bosta a forma como a medicina obstétrica – e não só ela, infelizmente – funciona no Brasil, com a medicalização excessiva do parto, com tantas intervenções desnecessárias feitas por médicos que não querem ou já nem sabem mais acompanhar um parto fisiológico, deixar rolar e só intervir se houver real necessidade. É por causa de toda essa questão que eu tenho que ir atrás de um médico específico e de confiança para acompanhar meu pré-natal, mas não era pra ser assim se a gente pudesse confiar no sistema obstétrico brasileiro. Na verdade, os partos não deveriam nem ter que ser acompanhados por médicos obrigatoriamente; poderiam ser obstetrizes, parteiras, as midwives, e médico só em caso de parto de risco. É assim que funciona nos países desenvolvidos, enquanto no Brasil o pessoal quer impedir até doula de acompanhar a gestante durante o parto. É f***. Fecha parênteses e o momento problematizador.)

25 semanas (praticamente 26, na verdade).

Mas aí a gente racionaliza um pouquinho, põe os pés no chão, a cabeça no lugar e vê que não é pra tanto, também. Que o que importa mesmo é que a bebê está bem, nossa saúde está excelente, tudo corre bem e não tenho nenhum motivo real de preocupação, nenhum motivo para ter medo. Nem tudo sai como o planejado, mas isso é a maternidade – isso é a vida. É bom já ir se acostumando com a falta de controle, haha.

27 semanas.

E nisso o tempo vai passando, passando, passando… e estamos no terceiro trimestre. O último! Hoje, quando escrevo e publico este post, estou de 30 semanas. TRINTA FUCKING SEMANAS. É muito gestação avançada, gente, hahaha. Mesmo se nascesse agora, prematura, a bebê já teria condições de sobreviver fora do meu útero – e só isso já é um alívio enorme. Gravidez é mesmo um troço muito doido, de virar a cabeça da gente. Tanta coisa que me ponho a ler, pensar, planejar, imaginar (temer, hehe). Está sendo uma experiência incrível, pela qual eu estou apaixonada. <3

Por fim, eis a foto mais recente da série #barrigudaise, a das 29 semanas (faço as fotos quinzenalmente, sempre em semanas ímpares):

29 semanas.

Fica tão sem graça postar tantas fotos da série assim, juntas no mesmo post. Mas o que fazer, se a pessoa escreve um post pro blog a cada mês e meio?   ¯\_(ツ)_/¯

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Diário de gravidez #6 – fim do quinto mês

Neste mês eu comecei a sentir o peso – literalmente – da gravidez. A barriga está enorme (e linda!), meu centro de gravidade está deslocado, estou mais cansada e desastrada e me dando conta de que não dá, decididamente, pra agir como se tudo estivesse como sempre esteve até aqui.

Hoje eu completo 24 semanas de gestação.

Foto da barriga às 21 semanas.

Comentei que há algumas semanas comecei a sentir a bebê se mexer, e senti-la tem sido das coisas mais incríveis dos meus dias. É simplesmente maravilhoso ver e sentir aqui de fora aquela pessoa em formação, ainda dentro do meu corpo. E vai crescendo por ela um amor tão grande, tão grande! Desde que comecei a sentir seus movimentos e descobrimos o sexo, a presença dela entre nós se tornou mais concreta, mais forte.

Nesta semana eu sonhei que a segurava no colo, recém-nascida. <3

Eu tive uma minicrise na semana passada, depois de ver umas fotos minhas e pensar “meu deus, que redondaise!”. Hahaha. Não é como se eu pudesse me fazer de surpresa e dizer que não esperava engordar na gravidez, né? Mas depois pensei em tudo o que tem acontecido. Em como a gravidez está decorrendo tranquilamente, no quanto desejamos essa bebezinha e estamos felizes com a chegada dela e em como está passando rápido. Nossa, já se foram 24 semanas! E eu quero aproveitar essa fase, porque ela é única e é incrível (tenho usado muito esse adjetivo para descrever a gestação, eu sei, mas não consigo evitar). Eu não tenho planos de engravidar novamente, então quero curtir, curtir, curtir isso tudo. Se eu ficar implicando com a aparência agora – sabendo que é uma condição temporária, como a própria gravidez – eu vou olhar e dar importância à coisa errada. Eu me vi daqui a um tempo olhando pro passado, pra esse período, e me sentindo uma tola por ter implicado com algo tão bobo, ao invés de me dedicar a aproveitar toda a delícia de uma gravidez tão gostosa. Aí reaustei o mindset. Consegui mudar a rota do pensamento e não desperdiçar a experiência. Voltei a me sentir linda, radiante, privilegiada, feliz. Não vou olhar pra esse período, lá na frente, com arrependimento. Vou olhar com saudade e gratidão.

23 semanas.

~

Ela está começando a ganhar presentes. Tanta coisa linda, dada com carinho por amigos e familiares. Quer ver como fico boba quando alguém presenteia minha filha com algo que foi de seu bebê. Acho esse ciclo tão lindo! Bebês perdem tudo muito rápido, e geralmente com pouco uso. Pretendo fazer o mesmo depois que as coisas da minha filha deixarem de servir nela.

Definimos o berço que vamos usar, um co-sleeper que compramos no Mercado Livre. Bom no custo e no tamanho. Falta ainda encontrar uma cômoda e definirmos como vamos fazer com a distribuição dos móveis no nosso quarto, já que com a configuração atual simplesmente não temos como pôr uma cômoda para as coisas da bebê (não, não pretendo nem sinto falta de ter um quarto do bebê para decorar; a regra é praticidade e gastos mínimos). Também falta escolher e comprar o bebê-conforto, para o carro. Escolhemos o modelo do carrinho, mas vamos esperar a black friday pra ver se conseguimos um preço melhor – mesmo que já tenhamos escolhido um modelo dos mais baratos. Também ganhei dois slings de amigas, adorei! Comprei ainda o balde para o banho de ofurô (não vamos comprar banheira, os banhos serão no balde ou no chuveiro) e uma mochila para carregar as coisas do bebê nos passeios. Ah, também já encomendei as primeiras fraldinhas de pano, em tamanho de recém-nascido, para ver como será nossa adaptação a elas – torcendo muito pra dar certo!

E assim passam os dias, as semanas e os meses até a chegada dela. <3

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Diário de gravidez #5: É menino ou menina?

E aí que eu acertei o meu palpite. Aqui em casa, três acertamos e um errou. O Rafa conta o resultado (e foi ele que errou o palpite, haha):

~

Eu sabia que seria uma menina – antes mesmo de engravidar. Por muito tempo, eu queria mesmo ter menino. Acho lindas as roupas de menina – vestidinhos, laços – mas DETESTO que seja tudo rosa, a ponto de pegar raiva dessa cor. Se já é assim pra adulto (vide minhas buscas por tênis de corrida e a dificuldade de encontrar mais verde, cinza, azul, laranja, amarelo), com itens infantis é ainda pior. Até corredor de brinquedo de menina em loja infantil é monocromático. Então eu pensava em ter menino: as cores das roupas são mais variadas, os brinquedos são mais divertidos (ou é normal encontrar dinossauros e astronautas entre brinquedos “pra menina”?). Eu achava que seria bem mais legal ser mãe de menino. Meus dois enteados entraram na minha vida e são tão maravilhosos, que eu só reforçava o desejo de ter menino. Acontece que quando eu visualizava minha maternidade no futuro, eu só me via mãe de menina. Quando eu sonhava (sonho mesmo, dormindo), era menina. E aí que isso tudo começou a parecer um pouco intuição. Quando engravidei, eu acreditava que este bebê era uma menina. Fui pra última ecografia esperando apenas a “confirmação” – e eu já vi que era mesmo menina antes ainda de o médico dizer. Ah, e não estou, com isso, dizendo que eu não queria que fosse menina. Pelo contrário. A convicção de que seria menina era tanta, que eu já estava mesmo à espera dela. <3 <3 <3

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Diário de gravidez #4

E aí que já atingimos o marco da metade da gestação. Estou fechando 21 semanas nesta semana, e a gestação deve chegar no máximo a 42. Lembro que nas duas primeiras semanas dessa contagem não tem gestação nem bebê ainda, já que a contagem começa na data da última menstruação; já a ovulação e a fecundação só vão acontecer por volta de duas semanas depois, então quando o óvulo é fecundado a gestação “já tem duas semanas”. É doido, mas é assim, e faz sentido quando se sabe por quê.

A barriga tá enorme, linda. Aposto que agora ninguém olha pra ela e tem dúvida de que eu esteja grávida. E eu estou apaixonada por esse panção. <3

Essa aí na foto ainda é a barriga de 17 semanas – hoje está beeem maior.

Cheguei a uma fase pela qual eu ansiava: estou sentindo o bebê mexer! É incrível essa sensação, é maravilhosa! É um novo estágio na gestação – como eu disse pro meu marido, parece que eu “passei de fase” nesse jogo, hahaha.

A barriga já imensa, sentir o bebê mexer, tudo isso torna a gravidez e o bebê ainda mais reais.

O bebê começa a ganhar presentes, e cada vez eu tenho mais certeza: ganhar presente pra ele/ela é muuuuito mais legal do que ganhar pra mim. <3

Na semana que vem eu farei a segunda ecografia, o morfológico do segundo trimestre. Muito provavelmente descobriremos qual é o sexo do bebê (tenho um palpite, depois conto se acertei).

Barriga de 19 semanas (lembrando que já estou na 21ª).

Estou postando duas fotos da série #barrigudaise neste post porque demorei a escrever um novo post diário de gravidez, e elas acumularam. Neste fim de semana eu já farei a foto de 21 semanas – estou fazendo uma a cada duas semanas, para que as diferenças nas fotos fiquem perceptíveis. No final, junto todas as fotos e veremos a evolução da barriga ao longo da gravidez. <3

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Correndo a Meia Maratona Rock’n’Roll Lisboa (2016)

Hoje faz um ano que corri essa prova linda em Lisboa, quando viajei para visitar minha irmã e minha sobrinha mais velha e conhecer minha sobrinha mais nova. <3

Eu contei aqui que não estava curtindo muito treinar para essa prova. Que percebi que corrida de longa distância não era muito minha praia. Mas é aquela coisa: treino é treino, prova é prova. Eu amei fazer a prova, porque clima de prova são ooooooooutros quinhentos. Verdade que eu fui pra prova bem preocupada, porque os treinos pra ela me deixaram com uma dor chatinha no joelho. Na semana anterior eu corri, também em Lisboa, 10k pela Global Race – que fiz com calma, cuidado, sem pressa, para não piorar o quadro e não perder a meia maratona, que era a prova mais importante, claro.

Tudo começou assim: minha viagem para Lisboa estava marcada. Fui então ver se teria alguma prova nas datas em que eu estaria lá, para aproveitar a chance de fazer uma corrida internacional. Pesquisando, descobri teria uma edição da Maratona e da Meia Maratona Rock’n’Roll (da Rock’n’Roll Series) na véspera de eu ir embora de Lisboa. Pensei: uma prova com esse nome (não basta se chamar Rock’n’Roll, ela tem bandas pelo trajeto tocando rock, demais!), bem no dia em que eu estarei lá, não quero perder! Falei com minhas instrutoras na academia, pois eu corria fazia pouco tempo e não tinha chegado a essa distância ainda. Elas me deram sinal verde, uma delas me ajudou montando treinos para mim, e eu me inscrevi.

A prova foi excelente! Fui com toda a tranquilidade, para não forçar o joelho, não sentir dor e poder correr a prova inteira. Eu tinha dois objetivos: o primeiro, claro, era completar a prova; o segundo, era concluí-la abaixo de duas horas. Felizmente, consegui atingir os dois, com o bônus de não sentir nada de dor, nenhum tipo de desconforto. Eu fiquei cansada, sim. Chegou um ponto em que eu só desejava que acabasse, hahaha. Mas eu curti demais. A prova tem um trajeto lindo, com a tradicional largada na Ponte Vasco da Gama, então eu não fiquei entediada como ficava nos treinos. No final, quando a linha de chegada estava mais perto e as pessoas começavam a se aglomerar à beira da pista, incentivando, torcendo, senti o ânimo e as forças renovados. Cruzei a linha de chegada – ou meta, como dizem em Portugal – pulando de satisfação (e para aparecer na foto, hahaha).

  • As três fotos com marca d’água estão assim porque são as fotos oficiais do evento, mas custavam 20 euros cada uma, então não comprei nenhuma – uma foto e meia seria o equivalente ao que paguei pela inscrição na prova! Se clicar nas fotos dá pra vê-las em tamanho maior e ler as legendas inteiras.

Bom, pra finalizar, foi uma prova que eu amei fazer, que me deixou muito feliz. Fiquei com vontade de um dia correr a outra Meia Maratona de Lisboa, a que larga da Ponte 25 de abril e é realizada no mês de março. Quem sabe um dia? :)

Bônus: descobri hoje, enquanto escrevia este post, que tem um vídeo registrando o momento em que cruzo a linha de chegada! Está muito engraçado, porque eu dou uns três ou quatro pulos – os pulos eram pra sair bem na foto, mas não ficaram tão bem no vídeo, hihihi. Bom, quem se importa? Os pulos mostram que cheguei bem e muuuuuito feliz (boatos dizem que pareço uma cabritinha, haha). <3

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generalidades · gravidez

SP Trip: Guns n’ Roses + Alice Cooper + Tyler Bryant and The Shakedown

Quando eu era criança, tinha em casa um LP do álbum Appetite for Destruction, que provavelmente era do meu tio, mas acabou ficando pra mim. Eu devorava aquele disco. Ouvia, pegava o encarte e cantava as letras (meu primeiro contato com o inglês deve ter sido cantando as letras desse disco e de um disco duplo do Bee Gees, hehe). Ou seja: GnR fez parte da trilha sonora da minha infância.

Em 2014, o Guns n’ Roses fez um show aqui em Floripa. Não fui nem quis ir. Pensei: “sem o Slash não é a mesma coisa”.

No final do ano passado, o Guns estava em nova turnê pelo Brasil, dessa vez com a participação do Slash e do Duff McKagan. Fiquei com vontade de ir, queria levar o Victor pra ver o Slash ao vivo (Victor é meu enteado guitarrista que tem os cabelos, um par de óculos e uma guitarra como os do Slash, embora essas coincidências tenham sido por acaso). Olhei o preço do ingresso e da excursão (o show mais perto seria em Curitiba), e achamos muito caro para irmos os três (Victor, Jr e eu). Não éramos assim tão fãs da banda, afinal. Pra mim, tinha uma questão nostálgica, mas enfim, deixamos pra lá.

Victor fazendo cosplay de Slash numa apresentação na Garagem 2020.

O fato é que eu me arrependi. Me arrependi pelo Victor – que tem só 16 anos, mas já levamos pra ver Paul McCartney e David Gilmour, o guitarrista preferido da banda preferida do Vi. Pensei: “Poxa, o Slash não faz mais parte do Guns, só está em turnê agora com a banda; depois acaba essa turnê, e nós perdemos a chance de levar o Vi pra ver o Slash com o Guns, que é muito mais legal”. E me arrependi a sério mesmo. Várias vezes eu verbalizei isso pro Jr, que tinha sido uma chance e deveríamos tê-la aproveitado.

Eis que, pra minha surpresa, Slash e Duff McKagan voltam ao Brasil com o Guns e o Axl Rose em 2017. Assim que descobri o show, fui atrás da informação. Eu e o Victor pagamos meia-entrada nos shows, pois somos estudantes. A princípio, o Jr iria conosco, mas o show era em São Paulo, em dia de semana, e o Jr dá aula (além de até gostar de algumas músicas, mas não ser lá grande fã da banda). Ponderando tudo isso, ele disse: “Vão tu e o Victor”. Ele sabia o quanto eu queria que o Victor assistisse ao vivo a um dos maiores guitarristas da história do rock, e nos incentivou a fazermos essa viagem juntos. <3

Chegando ao Allianz Parque e esperando os shows começarem (o Victor de cabelos mais curtos e eu com o rosto redondinho de gestante, hihihi).

E foi demais! Como valeu a pena! Não só pelo show do Guns, mas pelos ótimos shows do Alice Cooper, mais uma vez recebendo o Andreas Kisser no palco (pena que estávamos muito na frente, num lugar apertado, eu mal consegui ver o show), e da até então desconhecida – pra nós – banda Tyler Bryant & The Shakedown, que adoramos. Nossa viagem mais uma vez foi com a Friends Session, que nos dá tranquilidade e segurança para curtir shows épicos em várias cidades (obviamente isso não é um jabá, visto que esse blog tem quase nada de leitores, mas não posso deixar de fazer essa recomendação maravilhosa pra quem é de SC).

Fotos do Slash, do Axl e do Duff: Celso Tavares/G1 (se clicar nas fotos, dá pra vê-las maiores).

E eu voltei pra casa pensando assim: O Victor me agradece por essa experiência, porque foi algo que eu quis muito que ele vivenciasse, e me esforcei para viabilizar essa experiência pra ele; mas eu tenho que agradecer ao Victor, porque foi a vontade de levá-lo a esse show que me fez estar lá e também viver mais uma experiência musical incrível! Eu não teria ido se não fosse por ele, tanto quanto ele foi por causa de mim. Além de tudo, ele foi uma excelente companhia de viagem, passamos um dia e meio inteiro juntos, grudados, sem folga, e foi muito tranquilo. Como eu amo esse moleque! :D

Comprei um body de lembrança pro bebê, já que ele estava conosco no show, ainda que dentro da barriga. (:
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Diário de gravidez #3 – sobre opiniões que ninguém pediu

Tu vais contar que estás grávida, olha, que notícia linda e maravilhosa, e as pessoas já estão: “E o segundo, é pra quando?”.

Tu vais contar que estás grávida e a pessoa, em vez de dizer “Parabéns!”, te diz: “Finalmente!”.

Tu vais contar que se for menina não pretendes furar a orelha pra colocar brinco e as pessoas: “Ai, tadinha! Mas por quê? Quando ela crescer e quiser furar, vai sentir dor.” Porque quando fura a orelha de um bebezinho ele não sente, né, gente. Eu estava esquecendo disso.

Tu vais contar que gostarias de usar fralda de pano, e as pessoas: “Ah, mas não vais conseguir. Dá muito trabalho. Pra quê? Que ideia!”

Tu vais contar que não pretendes fazer uso de mamadeira nem de chupeta, e as pessoas: “Ah, que exagero! Só um pouquinho, nem faz mal. Falas isso agora, mas duvido que não vais usar.”

Eu já esperava por isso – o que não torna menos chato, hahaha.

Barriga de 15 semanas (nessa série de fotos a barriga sempre parece menor).

Mas tem um outro lado: eu gosto de ouvir relatos de pessoas que já passaram pela gestação (ou estão mais à frente), já pariram… Gosto de fazer perguntas, saber como foi a experiência e até pedir sugestão. Opinião solicitada é bem-vinda, né? E, nesses casos, não tem julgamento ou cobrança. É troca de ideias mesmo, com empatia e acolhimento.

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