gravidez

Diário de gravidez #4

E aí que já atingimos o marco da metade da gestação. Estou fechando 21 semanas nesta semana, e a gestação deve chegar no máximo a 42. Lembro que nas duas primeiras semanas dessa contagem não tem gestação nem bebê ainda, já que a contagem começa na data da última menstruação; já a ovulação e a fecundação só vão acontecer por volta de duas semanas depois, então quando o óvulo é fecundado a gestação “já tem duas semanas”. É doido, mas é assim, e faz sentido quando se sabe por quê.

A barriga tá enorme, linda. Aposto que agora ninguém olha pra ela e tem dúvida de que eu esteja grávida. E eu estou apaixonada por esse panção. <3

Essa aí na foto ainda é a barriga de 17 semanas – hoje está beeem maior.

Cheguei a uma fase pela qual eu ansiava: estou sentindo o bebê mexer! É incrível essa sensação, é maravilhosa! É um novo estágio na gestação – como eu disse pro meu marido, parece que eu “passei de fase” nesse jogo, hahaha.

A barriga já imensa, sentir o bebê mexer, tudo isso torna a gravidez e o bebê ainda mais reais.

O bebê começa a ganhar presentes, e cada vez eu tenho mais certeza: ganhar presente pra ele/ela é muuuuito mais legal do que ganhar pra mim. <3

Na semana que vem eu farei a segunda ecografia, o morfológico do segundo trimestre. Muito provavelmente descobriremos qual é o sexo do bebê (tenho um palpite, depois conto se acertei).

Barriga de 19 semanas (lembrando que já estou na 21ª).

Estou postando duas fotos da série #barrigudaise neste post porque demorei a escrever um novo post diário de gravidez, e elas acumularam. Neste fim de semana eu já farei a foto de 21 semanas – estou fazendo uma a cada duas semanas, para que as diferenças nas fotos fiquem perceptíveis. No final, junto todas as fotos e veremos a evolução da barriga ao longo da gravidez. <3

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corrida · viagens

Correndo a Meia Maratona Rock’n’Roll Lisboa (2016)

Hoje faz um ano que corri essa prova linda em Lisboa, quando viajei para visitar minha irmã e minha sobrinha mais velha e conhecer minha sobrinha mais nova. <3

Eu contei aqui que não estava curtindo muito treinar para essa prova. Que percebi que corrida de longa distância não era muito minha praia. Mas é aquela coisa: treino é treino, prova é prova. Eu amei fazer a prova, porque clima de prova são ooooooooutros quinhentos. Verdade que eu fui pra prova bem preocupada, porque os treinos pra ela me deixaram com uma dor chatinha no joelho. Na semana anterior eu corri, também em Lisboa, 10k pela Global Race – que fiz com calma, cuidado, sem pressa, para não piorar o quadro e não perder a meia maratona, que era a prova mais importante, claro.

Tudo começou assim: minha viagem para Lisboa estava marcada. Fui então ver se teria alguma prova nas datas em que eu estaria lá, para aproveitar a chance de fazer uma corrida internacional. Pesquisando, descobri teria uma edição da Maratona e da Meia Maratona Rock’n’Roll (da Rock’n’Roll Series) na véspera de eu ir embora de Lisboa. Pensei: uma prova com esse nome (não basta se chamar Rock’n’Roll, ela tem bandas pelo trajeto tocando rock, demais!), bem no dia em que eu estarei lá, não quero perder! Falei com minhas instrutoras na academia, pois eu corria fazia pouco tempo e não tinha chegado a essa distância ainda. Elas me deram sinal verde, uma delas me ajudou montando treinos para mim, e eu me inscrevi.

A prova foi excelente! Fui com toda a tranquilidade, para não forçar o joelho, não sentir dor e poder correr a prova inteira. Eu tinha dois objetivos: o primeiro, claro, era completar a prova; o segundo, era concluí-la abaixo de duas horas. Felizmente, consegui atingir os dois, com o bônus de não sentir nada de dor, nenhum tipo de desconforto. Eu fiquei cansada, sim. Chegou um ponto em que eu só desejava que acabasse, hahaha. Mas eu curti demais. A prova tem um trajeto lindo, com a tradicional largada na Ponte Vasco da Gama, então eu não fiquei entediada como ficava nos treinos. No final, quando a linha de chegada estava mais perto e as pessoas começavam a se aglomerar à beira da pista, incentivando, torcendo, senti o ânimo e as forças renovados. Cruzei a linha de chegada – ou meta, como dizem em Portugal – pulando de satisfação (e para aparecer na foto, hahaha).

  • As três fotos com marca d’água estão assim porque são as fotos oficiais do evento, mas custavam 20 euros cada uma, então não comprei nenhuma – uma foto e meia seria o equivalente ao que paguei pela inscrição na prova! Se clicar nas fotos dá pra vê-las em tamanho maior e ler as legendas inteiras.

Bom, pra finalizar, foi uma prova que eu amei fazer, que me deixou muito feliz. Fiquei com vontade de um dia correr a outra Meia Maratona de Lisboa, a que larga da Ponte 25 de abril e é realizada no mês de março. Quem sabe um dia? :)

Bônus: descobri hoje, enquanto escrevia este post, que tem um vídeo registrando o momento em que cruzo a linha de chegada! Está muito engraçado, porque eu dou uns três ou quatro pulos – os pulos eram pra sair bem na foto, mas não ficaram tão bem no vídeo, hihihi. Bom, quem se importa? Os pulos mostram que cheguei bem e muuuuuito feliz (boatos dizem que pareço uma cabritinha, haha). <3

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generalidades · gravidez

SP Trip: Guns n’ Roses + Alice Cooper + Tyler Bryant and The Shakedown

Quando eu era criança, tinha em casa um LP do álbum Appetite for Destruction, que provavelmente era do meu tio, mas acabou ficando pra mim. Eu devorava aquele disco. Ouvia, pegava o encarte e cantava as letras (meu primeiro contato com o inglês deve ter sido cantando as letras desse disco e de um disco duplo do Bee Gees, hehe). Ou seja: GnR fez parte da trilha sonora da minha infância.

Em 2014, o Guns n’ Roses fez um show aqui em Floripa. Não fui nem quis ir. Pensei: “sem o Slash não é a mesma coisa”.

No final do ano passado, o Guns estava em nova turnê pelo Brasil, dessa vez com a participação do Slash e do Duff McKagan. Fiquei com vontade de ir, queria levar o Victor pra ver o Slash ao vivo (Victor é meu enteado guitarrista que tem os cabelos, um par de óculos e uma guitarra como os do Slash, embora essas coincidências tenham sido por acaso). Olhei o preço do ingresso e da excursão (o show mais perto seria em Curitiba), e achamos muito caro para irmos os três (Victor, Jr e eu). Não éramos assim tão fãs da banda, afinal. Pra mim, tinha uma questão nostálgica, mas enfim, deixamos pra lá.

Victor fazendo cosplay de Slash numa apresentação na Garagem 2020.

O fato é que eu me arrependi. Me arrependi pelo Victor – que tem só 16 anos, mas já levamos pra ver Paul McCartney e David Gilmour, o guitarrista preferido da banda preferida do Vi. Pensei: “Poxa, o Slash não faz mais parte do Guns, só está em turnê agora com a banda; depois acaba essa turnê, e nós perdemos a chance de levar o Vi pra ver o Slash com o Guns, que é muito mais legal”. E me arrependi a sério mesmo. Várias vezes eu verbalizei isso pro Jr, que tinha sido uma chance e deveríamos tê-la aproveitado.

Eis que, pra minha surpresa, Slash e Duff McKagan voltam ao Brasil com o Guns e o Axl Rose em 2017. Assim que descobri o show, fui atrás da informação. Eu e o Victor pagamos meia-entrada nos shows, pois somos estudantes. A princípio, o Jr iria conosco, mas o show era em São Paulo, em dia de semana, e o Jr dá aula (além de até gostar de algumas músicas, mas não ser lá grande fã da banda). Ponderando tudo isso, ele disse: “Vão tu e o Victor”. Ele sabia o quanto eu queria que o Victor assistisse ao vivo a um dos maiores guitarristas da história do rock, e nos incentivou a fazermos essa viagem juntos. <3

Chegando ao Allianz Parque e esperando os shows começarem (o Victor de cabelos mais curtos e eu com o rosto redondinho de gestante, hihihi).

E foi demais! Como valeu a pena! Não só pelo show do Guns, mas pelos ótimos shows do Alice Cooper, mais uma vez recebendo o Andreas Kisser no palco (pena que estávamos muito na frente, num lugar apertado, eu mal consegui ver o show), e da até então desconhecida – pra nós – banda Tyler Bryant & The Shakedown, que adoramos. Nossa viagem mais uma vez foi com a Friends Session, que nos dá tranquilidade e segurança para curtir shows épicos em várias cidades (obviamente isso não é um jabá, visto que esse blog tem quase nada de leitores, mas não posso deixar de fazer essa recomendação maravilhosa pra quem é de SC).

Fotos do Slash, do Axl e do Duff: Celso Tavares/G1 (se clicar nas fotos, dá pra vê-las maiores).

E eu voltei pra casa pensando assim: O Victor me agradece por essa experiência, porque foi algo que eu quis muito que ele vivenciasse, e me esforcei para viabilizar essa experiência pra ele; mas eu tenho que agradecer ao Victor, porque foi a vontade de levá-lo a esse show que me fez estar lá e também viver mais uma experiência musical incrível! Eu não teria ido se não fosse por ele, tanto quanto ele foi por causa de mim. Além de tudo, ele foi uma excelente companhia de viagem, passamos um dia e meio inteiro juntos, grudados, sem folga, e foi muito tranquilo. Como eu amo esse moleque! :D

Comprei um body de lembrança pro bebê, já que ele estava conosco no show, ainda que dentro da barriga. (:
gravidez

Diário de gravidez #3 – sobre opiniões que ninguém pediu

Tu vais contar que estás grávida, olha, que notícia linda e maravilhosa, e as pessoas já estão: “E o segundo, é pra quando?”.

Tu vais contar que estás grávida e a pessoa, em vez de dizer “Parabéns!”, te diz: “Finalmente!”.

Tu vais contar que se for menina não pretendes furar a orelha pra colocar brinco e as pessoas: “Ai, tadinha! Mas por quê? Quando ela crescer e quiser furar, vai sentir dor.” Porque quando fura a orelha de um bebezinho ele não sente, né, gente. Eu estava esquecendo disso.

Tu vais contar que gostarias de usar fralda de pano, e as pessoas: “Ah, mas não vais conseguir. Dá muito trabalho. Pra quê? Que ideia!”

Tu vais contar que não pretendes fazer uso de mamadeira nem de chupeta, e as pessoas: “Ah, que exagero! Só um pouquinho, nem faz mal. Falas isso agora, mas duvido que não vais usar.”

Eu já esperava por isso – o que não torna menos chato, hahaha.

Barriga de 15 semanas (nessa série de fotos a barriga sempre parece menor).

Mas tem um outro lado: eu gosto de ouvir relatos de pessoas que já passaram pela gestação (ou estão mais à frente), já pariram… Gosto de fazer perguntas, saber como foi a experiência e até pedir sugestão. Opinião solicitada é bem-vinda, né? E, nesses casos, não tem julgamento ou cobrança. É troca de ideias mesmo, com empatia e acolhimento.

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gravidez

Diário de gravidez #2

Confesso que estou amando ver minha barriga crescer. Gosto de olhá-la no espelho, de acariciá-la e de sentir que a bolinha que ela forma bem embaixo está se expandindo.

É tão louco, tudo isso. A barriga crescendo torna o processo mais real, visível e palpável.

Daqui a pouco eu já vou estar falando com o bebê. (:

Nesta foto, a barriga de 13 semanas (19/8). Já faz duas semanas, hora de fazer outra.

~

Os episódios de fome, que contei no último post, estão mais controlados. Já não tenho mais desesperos por comida. Estou me alimentando melhor e com mais controle. Ainda como bastante, mas comer muito, como eu disse, é meu normal. Olhando para o meu corpo, não me sinto muito “aumentada”, fora a barriga. Porém, quando olho o peso que a balança indica, eu me assusto. Parece que ganhei mais peso do que o corpo demonstra (mas eu estava um pouco abaixo do meu peso quando engravidei, pode ser isso).

E as amigas grávidas? Nossa, que coisa linda! Quantas amigas queridas grávidas com não muita diferença do meu tempo de gestação – uma delas tem a DPP (data prevista do parto) para um dia antes de mim. Tão gostoso poder trocar ideias, impressões e alegrias com elas.

~

Por esses dias li em algum lugar que mais difícil do que escolher nome pro bebê é escolher o carrinho de bebê. Tive que concordar – embora eu e o Jr, juntos há sete anos e meio, não tenhamos, nesse tempo todo, conseguido chegar a pelo menos UM nome de menino. Para menina temos até uma minilista, mas pra menino não tem nenhum; e não é porque a gente não gosta dos mesmos e não entra em acordo, é porque a gente não consegue ver nenhum e pensar “é esse!”. Se for menino, tá difícil. Mas, como eu dizia, mais difícil ainda tá a escolha do carrinho. Eu li reviews, acompanhei discussões em fóruns, vi vídeos no youtube, fui de um modelo pro outro, perguntei às amigas que já passaram por isso e pedi que compartilhassem suas experiências.

São muitos os itens a serem considerados: preço, tamanho, peso, conforto, praticidade, funcionalidade, durabilidade, se acopla ou não o bebê-conforto… Não dá pra combinar tudo isso num único carrinho. Aí é preciso listar todas essas questões, estabelecer uma hierarquia para ver o que é prioridade e tentar acertar na escolha. Li muitos casos de mães que compraram um modelo de carrinho durante a gestação, mas quando tiveram o bebê, na prática, viram que fizeram uma má escolha, e acabaram comprando outro. O carrinho é um dos itens mais caros do enxoval, tem que ser uma compra bem planejada.

Hoje, fui com o Rafinha (empolgado com tudo o que diz respeito ao bebê) a uma loja de artigos infantis ver os carrinhos ao vivo, experimentá-los, pegá-los e ver a questão do peso, da praticidade e tal. Foi ótimo, acho que consegui definir o que é mais importante pra mim. Estou entre dois modelos. Quando definir o que escolhi, eu conto aqui e digo como cheguei à escolha final. Considero a possibilidade de comprar usado, vamos ver se encontro pela região.

É isso. O diário de gravidez de hoje já ficou longo demais. Até o próximo! (:

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Diário de gravidez #1 – primeiro trimestre

Estou no fim do primeiro trimestre e não tive um episódio de enjoo sequer. Houve situações em que eu olhei pra algo que eu comia todos os dias e pensei “não, não quero isso”. Era um não querer com força, tinha que ser outra coisa, mas a recusa não vinha acompanhada de enjoo. Simplesmente eu tinha que comer outra coisa – e muitas vezes eu nem sabia o quê.

Por falar em comida… minha gente querida! Quando me veem de pratão na mão dizem a clássica frase “agora come por dois, né?”. Claramente gente que não me conhece bem. Porque quem conhece sabe que eu como por dois no meu estado normal, o de não grávida. Agora grávida, eu às vezes como por quatro. E que bela batalha interna: a consciência sabe que não precisa (e nem deveria!) comer tudo isso, mas a parte do cérebro que sente prazer em comer deve ser um pouco maior do que o normal e claramente is the boss por aqui. Ganha sempre.

Resultado: tive que ir atrás de nutricionista, pois pagando os altos honorários envolvidos, eu tendo a obedecer direitinho as recomendações, então essa foi minha esperança de parar de não resistir a nenhuma vontade de comer demais e de comer o que eu não deveria.

E na gravidez vieram uns desejos loucos! Vontade de comer coisa que eu não comia há muito tempo, que eu não tinha mais nem vontade, que já tinha sido substituída por coisas mais saudáveis fazia tempo. Por exemplo: lasanha congelada (!); pão branco, maionese industrializada e presunto (!!); miojo (!!!). Viram que tudo tinha que ter sódio e glutamato monossódico, né?

O curioso é que vi ampliado um desejo, uma necessidade forte de comida salgada, principalmente à noite. Mas a vontade de doce não. Eu sempre fui mais do doce do que do salgado, sempre. Na gravidez a vontade de salgado aumentou, e ouso dizer que a de doce diminuiu bastante, e quando come doces, nem de longe sinto o prazer que costumava sentir.

E respondendo a duas das perguntas mais feitas sobre o bebê: sim, foi planejado; não, ainda não temos confirmação do sexo.

PS: parece que o fim do primeiro trimestre trouxe consigo o fim do desejo por comer tranqueiras. #oremos

diálogos · gravidez

Diálogos #71 – Rafofura e a descoberta da gravidez

Fazia tempo que o Rafael dizia que queria muito um novo irmãozinho ou uma irmãzinha. Estava pedindo com bastante insistência, até, dizendo várias e várias vezes que “não esperava a hora de ter um bebê na fofamília”. No dia em que decidimos contar a novidade pra ele e pro Victor, algumas horas antes de a notícia ser dada ele me observou, me chamou e disse:

– Zeize, tu tá barrigudinha, hein? [mas ele não estava nem desconfiado que fosse gravidez, foi só um comentário mesmo]

Depois, quando contamos que o bebê já estava a caminho, ele ficou emocionadíssimo. Chorou muito e ficava me perguntando:

– É verdade, mesmo?

Daí pra frente ficou ainda mais grudadinho comigo. Levantava a minha blusa pra dar beijinhos na barriga. Eu disse que isso fazia cócegas, e ele me respondeu:

– Ah, Zeize, já vai te acostumando, porque vai ser sempre assim, agora.

No dia seguinte, lembrando-se da emoção que foi saber da gravidez, nos confidenciou:

– Foi a primeira vez na minha vida que eu chorei de alegria.

E agora ele está todo bobo, porque já conhece a experiência de ser irmão mais novo, mas vai poder saber também como é ser um irmão mais velho – e o único a ostentar o título de “irmão do meio”, já que o Victor só vai ser irmão mais velho e o bebê vai ser só irmão mais novo. Mas ele, dependendo da perspectiva (ou: do irmão a quem se refere), vai pode ser os três. Aí perguntou pro Victor:

– Victor, como é ser irmão mais velho?

Ao que o Victor, pra deixar o Rafa ainda mais ansioso, respondeu:

No spoilers.

Por fim, a torcida dele é para que o irmão ou a irmã nasça durante as férias, porque ele não vai “querer ir pra escola, pra ficar brincando com o bebê”.

Resumindo: ninguém ficou tão feliz e empolgado com a chegada deste bebê quanto o Rafa – acho que nem mesmo eu e o Jr, que somos os pais, haha. <3