gravidez

vai ter neném em 2018 \o/

Hoje é meu aniversário, mas tem outra vida que eu também estou celebrando. ❤️ Por aqui, a comemoração é em dose dupla. 💞
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Olha se não é muito meu filho/minha filha:
1) Já está dando tchauzinho (é simpático 💁🏻);
2) Já está fazendo abdominal com elevação de quadril (curte uma atividade física 🙆🏻).
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São muitos os motivos pra comemorar, então a gente comemora muito. 🌷

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Postei o texto e o vídeo acima no Instagram (@miudezas) e, gente, tô recebendo tanto recado fofo, tanto carinho em forma de mensagens, que foi tocante. Ainda não quis postar no facebook, mas sabe que tá até dando uma animada? Porque a notícia de uma gravidez é algo que sempre deixa as pessoas felizes, né? Apagam-se as diferenças, sejam elas quais forem, e todos celebram a nova vida que vai chegar. Estamos muito, muito felizes. <3

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generalidades

a formatura da minha mãe

Diva. (:

No dia 28 de julho de 2017, a minha mãe se formou pedagoga na UFSC. Um mês antes, no dia 28 de junho, ela defendeu seu TCC de uma forma linda, madura e que me encheu de orgulho – e lágrimas.

Que trajetória bonita! Sonhamos tanto com esse dia, com esse acontecimento, e agora ele chegou, ele passou. Minha mãe, que teve que parar os estudos ainda no Ensino Médio quando ficou grávida de mim (e ela amava estudar!), agora tem diploma universitário, e vai ser uma profissional maravilhosa na área dela.

Na defesa do TCC.

Quando passou no vestibular para o ano de 2014, ela foi aprovada nas duas universidades públicas catarinenses, a UFSC e a Udesc. Ela pôde escolher em qual das duas melhores universidades do estado ela estudaria.

Para concluir o Ensino Médio, ela frequentou a EJA – Educação de Jovens e Adultos. O tema do TCC dela foi também a EJA, com acompanhamento presencial de uma turma de alfabetização. Ela escreveu tendo os dois pontos de vista, o de aluna e o de professora na EJA. Eu li o TCC dela, que trabalho lindo! A defesa foi linda, os comentários e os elogios da banca foram lindos. Tudo lindo, e eu fiquei sem palavras quando acabou, pois precisava de um tempo para elaborar tudo o que aquilo significava.

Eu me acabei de chorar na defesa do TCC. Eu me acabei de chorar na formatura. Eu estou “acabada” de felicidade e orgulho.

generalidades

quanto ao doutorado…

… não estou mais tão ansiosa (desesperada) como antes. Eu tenho uma orientadora tão maravilhosa, que nem sei se a mereço, haha.

Eu saí da sensação de estar imersa no caos, com milhões de coisas pra fazer, sem saber qual caminho seguir primeiro, por onde começar. Sabe aquela história ~básica é óbvia~ de dar um passo de cada vez? Eu queria dar todos os passos, em todas as direções, de uma vez só, e estava quase dando de cara no chão. Aí vem a orientadora, me acalma, me diz algo como: "faz isso, só isso, não pensa em outra coisa agora; depois dessa etapa vencida, a gente define a próxima". E assim eu me sinto capaz de novo de dar conta do que tenho ainda pela frente.

Só ter definido essa situação já me tirou um peso gigante das costas. O alívio e a própria empolgação com a pesquisa voltaram imediatamente.

diálogos

Diálogos #70

Um dia de manhã, o Rafa se acordou e deitou comigo no sofá, apoiado no meu peito. Depois, ele quis medir nossos batimentos cardíacos. Eu senti o dele e comentei que estava mais lento do que estou acostumada a sentir. Ele me respondeu:

– É. É que eu tô calminho aqui abraçadinho contigo.

A foto acima é desse mesmo dia do diálogo (9 de julho), bem desse momento, dele no meu colo. Estávamos os dois ainda de pijama, ele olhou pro rasgo do pijama dele e pra estampa do meu e disse:

– Olha, Zeize, dois pijamas de coração. Hehehe.

generalidades

~

Tá difícil atualizar o blog. Vai dando preguiça de selecionar e editar fotos*, não gosto da minha escrita, não sei se o que tenho pra dizer é tão interessante assim (pelo menos o jeito de dizer eu não acho)…

Queria manter do blog um diário mesmo, com aqueles registros que nos fazem bem quando a gente volta depois de um tempo e lê (daí também a ideia do nome do blog).

Até escrevo uns posts mentais de vez em quando, que nem acho ruins, mas eles acabam não vindo pra cá, no fim das contas.

E não é que não tenha nada de interessante acontecendo na vida, que não mereça (o esforço d)o registro. Tem sim. Mas eu também ando com tantas pendências, especialmente em relação à tese, que me imaginar "gastando" tempo pra me dedicar a um post mais demorado, como os atrasados de viagem, me faz sentir muito culpada, aí não faço.

* Agora meu celular tem 128GB de memória, espaço o bastante para fazer e armazenar muitas fotos. Só que a falta de espaço deixa de ser um problema, por um lado, e se torna outro problema, por outro lado. Porque acaba tendo tanta coisa acumulada, que tô sempre adiando a seleção, a edição e o backup de tudo. Não aguento mais ser essa pessoa, gente.

generalidades

quero comeeeeeer

Chega à noite e eu sinto um desespero por comida salgada. Hambúrguer, macarrão, cachorro-quente prensado…

Aí fico namorando – e sofrendo de amor não correspondido – cardápios do iFood. Eu abro o app e fico ali, lendo nomes de pratos e fazendo refeições mentais. Masoquista. 

viagens

Viagem à Itália – Veneza, dia 1

 

Veneza: La Serenissima.

Resolvi escrever sobre algo que me faz bem, que me ponha um sorriso no rosto, que me traga boas lembranças e encha minha cabeça de bons pensamentos. Então, vou escrever sobre viagem. Não que viagem seja o único assunto que me deixe bem, obviamente. Mas olho pra fotos de lugares que  já conheci – as fotos das minhas viagens ou fotos de outras pessoas – e me bate uma nostalgia tão boa, uma saudade feliz, por ter tido a chance de ter vivido aquela experiência. Então agora quero alimentar um pouquinho sentimentos bons e meus sorrisos. Vem comigo!

Tô viajando, tô feliz.

Em fevereiro deste ano eu estive na Itália. Conheci as cidades de Roma e Veneza. Foi uma viagem ótima, ótima mesmo, embora eu tenha sentido muita falta da companhia do Jr, já que fui sozinha. Aliás, nós dois juntos na Europa está virando tabu. Foi minha terceira vez no continente (onde ele morou por quatro anos e depois visitou algumas outras vezes). Eu não vejo a hora de estar na Europa com ele. De preferência, no outono ou na primavera.

O motivo da minha viagem foi participar de um evento acadêmico em Veneza, na Università Ca’ Foscari – este é o programa do evento, meu nome está na Sessione I. Eita, até quando eu quero fugir do tema “doutorado” ele permeia o post, já que estou escrevendo sobre uma viagem que só aconteceu por causa do doutorado. Acho que já posso começar a ficar um pouquinho mais grata a ele. ;)

A viagem foi fechada a menos de um mês da data do evento. Por sorte, consegui uma ótima promoção pela companhia aérea Royal Air Maroc e economizei uns mil reais em passagens, comparando o preço com as outras empresas. Sobre a companhia, vale dizer que eu só fui ler sobre ela às vésperas de viajar e fiquei apavorada. Relatos de atraso nos voos, extravios de mala, atendimento ruim, comida ruim (dos males o menor, porque já estou preparada para comida mais ou menos em voo, as outras coisas é que me preocupavam mais). Mas eu tive uma experiência muito boa com essa companhia aérea, então se tivesse que voar com eles de novo eu iria. Vou contar mais sobre os voos com a RAM em outro momento.

Mas só pude ir mesmo porque, além da promoção de passagem aérea, consegui hospedagem grátis em Roma e em Veneza. Em Roma fiquei na casa da Ju, uma amiga querida que mora lá – e também está fazendo doutorado – e em Veneza fiquei na casa da minha coorientadora, que está fazendo pós-doutorado na Ca’ Foscari e era uma das responsáveis pela organização do evento. Assim, economizando onde dava, eu fui. E que bom ter ido. <3

Sobre chegar e ser recebida com amor. <3

Cheguei a Veneza no domingo após o almoço e voltei no fim da tarde de quarta-feira. O plano era passear na tarde de domingo e no dia de quarta-feira, já que na segunda e na terça eu ficaria na universidade o dia todo participando do evento.

Do alto da Ponte Degli Scalzi, sobre o Grande Canal; primeira foto de Veneza. <3

O trajeto Roma–Veneza–Roma eu fiz de trem. Foi uma delícia. Cheguei a Veneza encantada. Com aquela sensação boa de gratidão e alegria por poder estar em um lugar bonito, famoso, que eu não tinha ideia de quando teria a chance de conhecer.

Giardino Papadopoli – fica pertinho da estação ferroviária, foi um dos primeiros lugares por que passei quando cheguei.

Desci na estação ferroviária Santa Lucia, cruzei a Ponte Degli Scalzi, passando sobre o Canal Grande (ou o Canalazzo, como dizem os venezianos). Fui caminhando e olhando tudo, atenta e feliz. Levei apenas uma mochila com as coisas de que precisaria nos quatro dias lá (roupas, eletrônicos e itens de higiene). Não levei a máquina fotográfica, deixei para fazer fotos apenas com o celular, para não ter mais um peso para carregar nas costas enquanto passeava.

Como gosto de jardins, vi que tinha uma praça verde ali pertinho e fui direto conhecê-la – era o Giardino Papadopoli. As duas fotos anteriores (Canal Grande e Giardino Papadopoli) foram tiradas com 30 minutos de diferença entre elas, mais ou menos, mas não parecem nem ser do mesmo dia, pois na primeira ainda tinha sol e na segunda já estava bem nublado.

Ainda no Giardino Papadopoli.

Eu tinha no celular um chip com 4G, que a Ju me emprestou, então me permiti me perder pelas ruelas da ilha. Ia andando, conhecendo a cidade, e depois de muito caminhar parava e olhava o mapa no celular, para descobrir em que região eu estava e escolher a direção que tomaria em seguida. Eu estava querendo chegar à Piazza San Marco, o ponto mais famoso de Veneza.

Perdendo-me pelas ruelas de Veneza.

Passeei, passeei e cheguei à Piazza San Marco. Aquele momento “Oh, olha onde vim parar!”. Adoro me maravilhar assim quando viajo. Eu me emociono de verdade quando vejo um lugar emblemático – às vezes até rola uma lagriminha de felicidade. Em Veneza e Roma, procurei conhecer os lugares que foram cenário da série de livros e jogos Assassin’s Creed, pra fazer fotos e mostrar aos meus enteados, fãs do game.

Basilica de San Marco, na Piazza San Marco.

Fotografar os pontos turísticos de Veneza é muito difícil. É preciso se desapegar e aceitar que as fotos ficarão cheias de turistas, não tem jeito (eu certamente também era uma turista atrapalhando a foto de alguém, ehehe).

Cheguei à cidade no primeiro fim de semana de Carnaval (que rola praticamente o mês de fevereiro inteiro), então encontrei vaaaaaaaaaaárias pessoas com fantasias e máscaras incríveis. Aliás, eu queria muito trazer uma máscara veneziana pra mim. Mas estava contendo os gastos ao máximo, e não consegui me decidir entre preços e modelos. Fui adiando, adiando, e no último dia acabei não comprado mesmo. Ainda não sei se me arrependi ou não, ehehe.

Máscaras venezianas – pensando bem, acho que me arrependi.
Olha isso! Clica pra ver a foto ampliada e em detalhes.
Obras de arte (esta foto também pode ser ampliada).
Cheio de gente assim; uma fantasia mais linda do que a outra.

Eu queria ter feito mais fotos das fantasias, porque tinha mesmo muita gente fantasiada, mas ou ficava meio sem graça de apontar o celular pras pessoas e fotografar, ou tinha um monte de gente na minha frente já fotografando e eu não conseguia uma foto legal.

Baile dos mascarados, Carnaval de Veneza.
Giardini Reali, um jardinzinho escondido entre a Piazza San Marco e o Canal Grande.

Foi escurecendo e eu tinha que encontrar minhas amigas da universidade, que já estavam lá para o evento que começaria no dia seguinte. Antes, comi uma pasta to go deliciosa e baratinha (pros padrões venezianos; acho que foi € 4,50 ou € 5,50, pois a bolonhesa estava em promoção).

Massa fresca e deliciosa, minha primeira janta em Veneza.

Mais cedo, quando cheguei, tinha almoçado uma fatia de pizza, acho que por um euro. Mas era uma fatia grande, tipo um quarto de uma pizza média/grande.

Meu primeiro dia em Veneza chegando ao fim.

Comecei a caminhar para encontrar as meninas (nós nos comunicávamos pelo celular e elas me enviaram a localização delas). Já estava escuro e eu comecei a ficar com um pouco de medo, andando sozinha com todos os meus pertences por ruelinhas muitas vezes vazias e escuras. Mas cheguei, nos encontramos e depois fomos para Mestre, onde minha coorientadora mora. Estávamos todas hospedadas na casa dela. :)

Piazza San Marco já bem mais vazia no domingo à noite.