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que semana!

 

E ainda é terça-feira…

Todo dia uma gangorra emocional. Vem nimim, maio, que abril tá f***.

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um pouco melhor? muito!

Acabei de ter uma reunião por telefone com a minha orientadora. Eu amo a minha orientadora. Ela é incrível. Ela me anima, me põe pra cima, me inspira, me enche de confiança.

É curioso. Eu sempre acho que ela deve estar decepcionada comigo, arrependida de me orientar, querendo me “deserdar”. Eu acho que eu dou motivos pra isso. Que a minha pesquisa não está boa o suficiente e que eu não estou fazendo o mínimo que deveria.

Aí a gente conversa. Aí ela me mostra a quantidade de dados que eu tenho, a quantidade de respostas que já apareceram, quantas análises é possível fazer, quantas perspectivas tem a minha pesquisa. E eu saio outra dessas conversas. Confiante, animada, empolgada, motivada, esperançosa.

Ainda não terminei o texto que tenho que enviar para os membros da banca de qualificação. Mas estou com outro ânimo para terminar essa tarefa. Não posso é, de novo, me esquecer de todas essas coisas que ela me disse e me fez ver. Ela sempre me diz, e uns dias depois eu acabo esquecendo.

É isso. Com uma ligação ela mudou completamente o meu ânimo com relação à minha pesquisa de doutorado. Eu estou grata por isso, aliviada e feliz. <3

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e aí, como vai? não sei.

O plano era estar postando a cada dois, três dias, mais ou menos. Já faz duas semanas que postei pela última vez.

As coisas todas estão uma bagunça – inclusive a minha cabeça.

Fui ao clube no sábado buscar o Rafinha após a aula de tênis dele. A moça que trabalha na portaria chamou a minha atenção, pois não tem me visto mais ir ao clube. “Que é, isso, Daise, abandonando os esportes?”. Por aí vocês tiram como está a situação, já que até a moça da portaria do clube (a academia que eu frequento fica no clube) está puxando a minha orelha.

Corrida? Quem dera. Não voltei ao ritmo do ano passado. Ensaiei uns retornos, mas é difícil, né? É aquela mesma história de todo mundo que faz uma atividade física, para (do verbo parar – tirar esse acento diferencial foi uma estupidez) e depois retoma: recomeçar é mais difícil do que começar (ou, no mínimo, muito mais chato). Quando a gente começa, qualquer coisa é mais do que a gente fazia. Quando a gente retoma, tem que ser devagar, e aí a gente vai pra 5k, 7k, numa velocidade mais baixa, pro corpo se readaptar, e fica lembrando que já fez uma meia maratona, que já correu muito mais e muito mais rápido do que aquilo. E a gente (a gente = eu) sabe que dá pra fazer aquilo tudo de novo, mas não ainda.

Tenho tentado retomar a corrida com o ciclismo. Meu ciclismo sempre foi mais de passeio, nunca foi “competitivo”. Não tenho prazer em pedalar rápido, fazer grandes esforços físicos na bicicleta. O ciclismo que me agrada é contemplativo. Prefiro pedalar longas distâncias com calma, do que fazer um trajeto mais curto “pauleira”. Mas ainda assim, pedalar é se mexer, é se exercitar. Então, enquanto o ânimo para a corrida não volta com tudo, eu me distraio com umas pedaladinhas, pois mesmo não pedalando por muito tempo, eu posso ir mais longe do que com a corrida. O chato de fazer treino de curta distância em corrida é que a gente nunca vai muito longe e fica sempre limitado às mesmas paisagens (a gente = eu). Não é só isso que me faz não voltar com tudo pra corrida, mas enfim.

Tem muita coisa. Uma das coisas que mais está me ocupando a cabeça é a minha tese. Já tenho data para qualificar, tenho que enviar o texto finalizado pra banca amanhã, mas estou extremamente aborrecida com tudo. Achando que não fiz tudo o que tinha que fazer, ansiosa com a banca, com as próximas etapas, com todas as coisas que envolvem esse assunto. Bom, sempre me disseram que em algum momento eu surtaria com o doutorado. E agora eu me vejo entrando nessa espiral de ansiedade e angústia.

Páscoa. Minha irmã pinta de tinta guache umas patinhas de coelho no piso da casa para divertir a minha sobrinha de dois anos e quase oito meses.

– Filha, quem que veio aqui em casa?
– O Coelhinho. Ai, ai, Coelhinho!
[será que o Coelhinho não trouxe chocolate pra Bruna?]
– O que o Coelhinho fez?
– Ele sujou a casa!

É isso. Ela ficou mais indignada que o Coelho sujou a casa do que agradecida pelos chocolates que ele deixou pra ela.

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sobre ser feliz hoje

Descobri que sou uma pessoa que soooofre por antecedência (muitas vezes sem razão), mas que não se permite ser feliz antecipadamente.

Só que eu não quero mais ser assim. Quero ser feliz hoje sim, com tanta razão que tenho pra isso. Às vezes eu listo todos os tantos motivos pra me sentir feliz e grata pela vida que eu tenho, pelas pessoas que fazem parte da minha vida.

~

E a tese está saindo.

Estou conseguindo trabalhar, me empolgar com a pesquisa, com os resultados que ela aponta e vendo que tudo está se encaminhando bem por aqui.

<3

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beda, prazos e escrita

Eu ando com vontade de dar mais vida ao blog. Fazer mais registros, mas ou falta assunto, ou falta tempo, ou falta vontade. Sempre sobra culpa, porém, escrevendo ou não escrevendo. Sim, porque se eu venho aqui e faço um post, fica a culpa por estar “perdendo tempo”, e não escrevendo/trabalhando. Mas esse mundo em que a gente vive hoje também é tão cheio de estímulos e cobranças que a gente nunca se sente em paz, satisfeito, em dia. Sempre falta alguma coisa. Sempre tem algo atrasado: um livro, um seriado, a faxina, as compras, os exames, uma tese de doutorado. Como dizia a minha amada professora de geografia do ensino médio: “a única coisa que está em dia na minha vida é a menstruação”.

Aí tem essa coisa do BEDA, o tal blog every day april/august. Nunca fiz. E acho que não vai ser agora que eu vou dar conta de blogar todos os dias durante um mês inteiro. Até já foi assim lá em 2003, quando este blog nasceu, só que 14 anos se passaram, e, bem as coisas mudam. Engraçado que no início o blog tinha um montão de acessos, e hoje deve ter uns dois leitores. Mas eu me sentia bem menos exposta naquela época. Rolava menos autocensura. ¯\_(ツ)_/¯

Aí a Manu deu uma ideia da qual eu gostei, e essa eu acho que posso pelo menos tentar: é fazer o que ela chamou de BADA – algo como blog almost daily april. Assim, não me comprometo a postar todos os dias, mas posso pelo menos tentar postar mais. Porque se tem uma meta para abril ela é: escrever, escrever muito (e nem estou falando do blog). Aí, quando atingir a meta, a gente vai lá e dobra a meta.

{Eu preciso encontrar em mim aquela CDF que eu já fui}

 

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Roger Hodgson em Florianópolis 

Roger Hodgson, ex-vocalista do Supertramp.

Fomos ao show e foi bem legal. O cara tem quase 67 anos (vai completar essa idade em dois dias) e é incrível o que ele ainda consegue fazer com a voz, os agudos que ele alcança.

E a banda que o acompanha, que banda! Foi um baita show mesmo.

Confesso #1: Eu não conhecia o Supertramp tão bem assim (porque o massivo do show da cara é de fãs da banda que ele fundou em 1968). Quer dizer, eu conheço todos os maiores sucessos, óbvio, mas não ligava “o nome à pessoa”, ou seja, conhecia as principais músicas mas não sabia dizer que eram do Supertramp, até um tempo atrás – até conhecer o Jr, mais precisamente. Da mesma forma, conhecia de nome a banda Supertramp e – até conhecer o Jr – não sabia nomear/cantar uma música deles. Não ligava mesmo a banda à obra. Isso significa que durante o show eu sabia cantar uns poucos refrões, não sabia cantar uma única música inteira.

Foto feita de antes de o show começar, logo fomos bem mais pra frente. | Agradecida, pois: eu só estava lá por causa dele. <3

Confesso #2: Não tenho mais essa disposição toda pra assistir a show de pé. A gente comprou ingresso pro melhor lugar do show e estávamos a centímetros da grade que separava o palco da plateia. Mas, gente, duas horas em pé. Fui arrumadinha*, o que significa que eu estava de sandália com um certo saltinho – mas mais porque já que tenho vamos usar do que qualquer outra coisa, e porque em show em pé qualquer centímetro extra é fundamental, visto que não tenho nem 1,60 m. Aí, no fim, meus pés já acostumados ao conforto como prioridade cobraram sua fatura. O que eu queria mesmo era cadeirinha, show em teatro, ehehe. Pra contribuir, ainda tinha um grupo de pessoas (nada jovens) bem do nosso lado, com caixa térmica cheia de bebidas, que já chegaram bêbadas e encheram o saco o show praticamente inteiro, esbarrando na gente, falando sem parar, mesmo nas músicas mais calminhas. Aliás, teve um que ficou “dando esporro” no Roger, reclamando das músicas e dizendo que o cara não sabia mais fazer rock’n’roll, ahahaha. Mas incomodaram, afe. Enfim, reflexo dos anos passando, né, amores? A chatice da pessoa fica mais apurada com o tempo.

Agora, deixo 15 segundinhos de show pra vocês curtirem. Foi lindo, e o Roger foi muito simpático com o público e a cidade.

 

* arrumadinha e com um traçado quase estranho de delineador por motivos de: n00b na técnica de delinear olhos (felizmente não dá pra notar na foto).

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sem muito assunto

Quer dizer, até tem assunto. Aqui dentro tá um turbilhão. Mas nada de que eu queira (ou me sinta confortável ainda para) falar.

A boa notícia é que a tese está sendo encaminhada e eu vou poder em breve marcar a minha qualificação. Tive reunião com a orientadora e, como sempre, chego lá nervosa e cheia de medos, mas saio tranquila e cheia de perspectivas.

Não consegui ainda retomar a rotina de corridas. Simplesmente não corri desde que voltei de viagem. Estou com dificuldade para conseguir dormir cedo, e uma boa noite de sono é fundamental para fazer um treino com qualidade e saúde. Tenho ido dormir tarde porque fico lendo por muito tempo. Ao mesmo tempo, tô fazendo uma minibaguncinha na minha rotina de sono, pois geralmente me deito para ler relativamente cedo (por volta das 19h–20h) e logo fico com muito sono. E durmo. E tiro longos cochilos assim. Detalhe: sempre na cama dos meus enteados, ahaha – não é por acaso que eu sou a Crazy deles. Depois vou pra minha cama quando acordo, já tarde pra caramba, ou quando sou acordada por um menino reivindicando sua cama para poder dormir. <3

Até escrevi no twitter esses dias: Não tô grávida, mas com a fome e a leseira dos últimos dias, estar grávida seria pelo menos um consolo – ou uma boa desculpa.

Pelo menos estou retomando a rotina da academia, que também ficou toda bagunçada nessas férias, mesmo antes das viagens.

Estou tentando ser menos carrascona comigo. Ao mesmo tempo que preciso me cobrar certas coisas, sou ruim demais comigo em outras. Uma eterna busca pelo ~equilíbrio.

Ilha do Campeche vista da praia do Morro das Pedras, antes do forte e rápido temporal de domingo.

No domingo a gente iria andar de stand up paddle na Lagoa do Peri. Chegamos lá às 8h para descobrir que tinha sido cancelado por causa do vento forte, mas com razão, as condições de remada não estavam mesmo boas. À tarde tínhamos um compromisso com alunos do curso do Jr, ao qual iríamos de bicicleta, mas desistimos por causa da promessa de chuva – fomos de moto, porém, ahaha. Na volta, passamos na casa da minha mãe, que era caminho, pois era aniversário dela. Ela estava em recuperação de uma cirurgia para tratamento dos dentes e acabamos ficando bem pouco lá, foi só uma passadinha. Mas isso não me impediu de ficar muito, muito triste por não ter como ficar mais tempo lá com a minha mãe, e por várias razões além da cirurgia, mas nenhuma ligada a ela diretamente. Uma droga, isso. No fim, aniversários, para nós, acabam não sendo datas especiais, não sendo comemorados, independentemente de querermos ou não que seja assim (e acho que não queremos).

Agora tô saindo, que hoje tem show do Roger Hodgson pra gente ir.